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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

DE JANELA, NUVENS E PÁSSAROS

Abro a janela para o mundo
e vejo um rebanho de nuvens
[ em greve de chuvas ]
tentando se esgueirar
do sol à pino na massa azul do céu.
É de tarde. Olho a mata
e num bosque de azaléas
o canto dos pássaros
se estende e vira sonata.

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