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domingo, 1 de março de 2015

POEMA PARA O POETA WILSON CARRITA NO CÉU


A nave de brumas do poeta partiu
aos paramos celeste
rasgando os limites do tempo...
e da memória,
e o poeta com sua túnica
inconsútil de auroras
sob o olhar triste da rua
banhou-se com as lágrimas
da lua.

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