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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

POEMA PARA NEIL ARMSTRONG

Numa noite de julho de 1969
saíste de tua nave de luz
e num arroubo incontido,
sob o olhar longínquo da rua
beijaste a boca encantada da lua,
e a memória dos teus passos
ficou plasmada no chão
na poeira cósmica do silêncio
e na angústia de tua solidão.

( dedicado ao saudoso astronauta e ao poeta Farias de Carvalho, ambos passeando pelo azul)

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