sexta-feira, 30 de outubro de 2009

POEMA

A noite se perde
entre o show da boite
e o último trem
e na anatomia
do relógio
o silêncio entala
as horas
na garganta
do tempo.

Um comentário:

  1. Per-fei-to! Escrevo muito sobre o tempo e aplaudo de encantamento esse Poema. Abraços.

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