sexta-feira, 16 de abril de 2010

TEATRO


No teatro
da vida
todos atores
mortos
na coxia
dos teus
seios.

3 comentários:

  1. Nem me fale...

    Abraço.

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  2. Júlio, reflito sobre o poema e penso e repenso que, para mim, ele grita , entre afagos,por liberdade, talvez por me lembrar do nosso Hino á Pátria Amada... mas, que bom quando a Poesia gira tantas leturas e voltas e que asim prossiga o teatro da Vida.

    Um beijo amigo e companheiro.

    Carmen Silvia Presotto

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  3. Isto é o que eu chamo de mínimo perfeito, Júlio. Bjo.

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