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domingo, 19 de setembro de 2010

IV ODE Á AMADA




Teu corpo nu á luz do quarto
exala odor de femêa no cio.
Habito teu corpo
(como a pérola a ostra)
e me sinto a cada instante
envenenado pela ternura
que vem dos teus seios
agressivamente poéticos
e me perco na enseada
do teu ventre ávido e morno.

2 comentários:

  1. A geografia de um corpo são grandes labrintos poéticos...parabéns e bom domingo, Poeta.

    Um beijo

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  2. Lindo este poema, Julio, como todos da série. Já disse que estes poemas à amada merecem um livro, não é? São de uma ternura encantadora. beijos!

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