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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ODE MINÍMA II

na penumbra do quarto
que reparto com sonhos
e fantasias,
o olhar perdido no teto
branco
recicla palavras amorfas
derramadas sobre as faces
dos amantes em coito
no cio do instante lúbrico,
e em rompante desfia
as fibras do silêncio
e penetra na geometria
dos sentidos.

Um comentário:

  1. Belíssimo poeta!Parabéns


    Belíssimo poeta! Parabéns!

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