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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

II POEMA Á AMADA

teu rosto ancora
no cais da tarde
e nos teus olhos
de mar
há vestígios claros
de silêncio
orbitando as palpebras
no instante estático
e mesmo sem escafandro
amiga e amor,
mergulharei no plácido oceano
dos teus lábios.

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