segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

POEMA

A noite
de ruídos
e latidos
soçobrou
ao pêso
e dominio
da chuva
torrencial.
E na plangência
do velório
havia no olhar
do morto
uma manifesta
reprovação
contra a vida.

5 comentários:

  1. Que noite, que olhar...E que poema!

    Abraços

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  2. sabes, se eu tenho a idade que tenho e vou-me soltando tu és bestial.
    parabens amigo julio e já agora obrigado pelo comentário no meu blog

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  3. Caro Júlio,
    coloquei-me como seguidor.
    Seus textos são excelentes. Bom conhecê-los.
    Abraços,
    pedro

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  4. Belissímo poema! Vou tomar a liberdade de postar mais uma seleção de seus poemas no Poesia Diversa. Um abraço.

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PÁSSAROS

Ontem na clara manhã de julho vi casais de alegres  sanhaços bebendo sol nas grades do meu terraço.