Os passos de minhas sandálias
pisam os cílios do tempo.
Uma brisa acústica, em sôpro,
parece assobiar uma ária
de uma canção de outono
esquecida nos escombros
da memória e desperta
os duendes do meu silêncio.
( para o grande poeta cearense José Telles, autor de "Solo das Chuvas")
Julio, teu poema me fez lembrar o assoalho de tábua corrida do casarão em que nasci, rangendo sob nossos passos apressados de criança. Tua poesia tem este dom, de despertar em mim memórias adormecidas. Como é bom te ler. Abraço!
ResponderExcluirE que ested duendes sejam poetas soprando ritmos primaveris, embalando teus versos para que eles não parem de querer existir de ti a nós.
ResponderExcluirUm beijo grande, querido Júlio, fico feliz contigo, fico feliz por cada novo verso que aqui colocas, assim despertamos nossas crianças como diz Nydia e ficamos mais próximos de ti e da Poesia sempre.
Carmen Silvia Presotto
Que nossos silêncios despertem para os outonos que trazem boas lembranças...
ResponderExcluirabç
Betha
Altamente sensitivo. Muito belo!
ResponderExcluirOUTONO SILÊNCIO E DUENDES QUE VIBRAM A VIDA EM
ResponderExcluirLEMBRANÇAS.
ATMOSFERA DOURADA E FRESCA,CHEGO A SENTIR.
COM ADMIRAÇÃO,
CRIS