O abrigo dos teus braços
me acolhe quando o frio
tenta congelar meus ossos
e anuviar meus olhos
e as tuas mãos tépidas
( forja de meiguice e calor)
se prestam a aquecer
meu rosto gélido
e as palavras mudas
que caem dos teus lábios
desvendam os segrêdos
dos subterrâneos do teu amor.
Belíssimo, Julio! Sempre uma emoção e um privilégio te ler.
ResponderExcluirAbraços.