Um vento birrento
inconsequente
arrancou de minhas mãos
a carta de amor
que me enviaste
( parece que o vento como o
poeta Pessoa acha cartas de amor
ridículas )
e a levou em seu torvelinho aéreo,
mas não tenhas receio, amiga,
o seu conteúdo ninguém vai saber
porque o vento não sabe ler.


Belíssimo! Encantada!
ResponderExcluirObrigado poeta Celina Vasques II pela visita e comentário!!
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