O alpendre me conduz ao silêncio.
Na tarde em véspera de ocaso
um pássaro tenor sublima
a ópera do sol.
Nos jardins flores (em seus
discursos de pétalas)
mostram a rota da primavera
enquanto os ventos varrem
o pó das ruas e coagulam
os rastros da memória.
Um poema nascido com o silêncio sábio que a natureza milagra. Versos de PAZ, enfeitando meu domingo.
ResponderExcluirEspero ter sentido bem o seu poema, porque sentir é bem melhor que compreender. Parabéns!
Betha
Belas imagens! Vivência! Belo poema!
ResponderExcluirUm pássaro tenor em óperas de sol, eis a poesia aí, e das boas, iluminada!
ResponderExcluirUm beijo amigo, Júlio!!!