Todos os trabalhos postados neste blog são de autoria de Julio Rodrigues Correia e estão albergados pelos termos da Lei nº 9.610 de 19/02/1998 que regula o Direito Autoral no país.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
CHUVA
A chuva intermitente molha os cílios da tarde e irriga a pele das ruas da cidade. Nas esquinas úmidas e sujas de Santa Quitéria mendigos em trapos revelam na melancólia dos olhos intumescidos sinais graves de suas misérias.
Júlio, Muito bom visitar o teu espaço, cheguei aqui via blog da Lígia Saavedra. Parabéns! Tuas mensagens servem de lenitivo para notívagos que insistem em sentir a brisa suave da madrugada, de mãos dadas com uma linda morena, apanhando mangas pelas ruas desertas... Sigo-te lendo. Abraços, Pedro
É, Julio. Triste realidade retratada neste poema. A chuva que molha a pele da cidade quente, mas fria em relação aos mendigos em trapos, tão gente como toda gente, mas visto como os trapos que trajam. Belo retrato da tristeza envolta de magia, porque a vida é assim. Grande abraço,
Ivan Bueno blog: Empirismo Vernacular www.eng-ivanbueno.blogspot.com
Júlio,
ResponderExcluirMuito bom visitar o teu espaço, cheguei aqui via blog da Lígia Saavedra.
Parabéns!
Tuas mensagens servem de lenitivo para notívagos que insistem em sentir a brisa suave da madrugada, de mãos dadas com uma linda morena, apanhando mangas pelas ruas desertas...
Sigo-te lendo.
Abraços,
Pedro
Torci-me depois de ler. Adoro sua força!
ResponderExcluirBeijo.
É, Julio.
ResponderExcluirTriste realidade retratada neste poema. A chuva que molha a pele da cidade quente, mas fria em relação aos mendigos em trapos, tão gente como toda gente, mas visto como os trapos que trajam. Belo retrato da tristeza envolta de magia, porque a vida é assim.
Grande abraço,
Ivan Bueno
blog: Empirismo Vernacular
www.eng-ivanbueno.blogspot.com
Júlio, parabéns por esta chuva poética que além de molhar os cílios da tarde, molha o coração de vida...
ResponderExcluirUm beijo
Carmen Silvia Presotto.
www.vidraguas.com.br
Gosto muito deste olhar atento e indignado sobre as misérias humanas, que encontro em muitos dos teus poemas, Julio. Beijo.
ResponderExcluirSensibilidade! O que seria de um poeta sem sensibilidade!
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