Quando sol começava a semear incêndios nas solas do horizonte desprovido, ainda de nuvens, um pássaro em tom sustenido apressa o canto para inaugurar os alicerces do dia e tuas mãos,amor, em tear de sonhos, fia os fios da luz solar para aclarar o ventre das ruas ainda sombrias nas bordas do outono, enquanto um folha verde sacia sua sede com gotas do orvalho da manhã renascida dos escombros da noite. Opus da manhã, o sol, enfim, incendiou o dia.
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