Todos os trabalhos postados neste blog são de autoria de Julio Rodrigues Correia e estão albergados pelos termos da Lei nº 9.610 de 19/02/1998 que regula o Direito Autoral no país.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
CAIS DO SODRÉ
No último instante da tarde a cidade abraça-se com o rio (que ama, devota e quer) Lisboa tem a cara do Tejo e o Tejo tem a cara do mar descendo as ladeiras sombrias a noite avança impetuosa e fria sobre o Cais do Sodré.
Que prazer poder ''saborear''palavras assim ditas e sentidas!!!Visitei o seu blogue e fiquei fã,hei-de-lhe voltar vezes sem conta sempre que sentir vazio na alma ,pois não há mais belo elixir para preencher uma alma do que palavras!!!
Que prazer poder ''saborear''palavras assim ditas e sentidas!!!Visitei o seu blogue e fiquei fã,hei-de-lhe voltar vezes sem conta sempre que sentir vazio na alma ,pois não há mais belo elixir para preencher uma alma do que palavras!!!
ResponderExcluirHey, meu amigo que bom passear em Lisboa de mãos dadas com tua poesia.
ResponderExcluirUm beijo grande, sempre carinho.
Carmen.
Deve ser linda a "Terrinha". Morro de vontade d conhecer.
ResponderExcluirSou brasileira mas bisneta de portugues.
Delícia esse Cais do Sodre!
beijo, Júlio!