Todos os trabalhos postados neste blog são de autoria de Julio Rodrigues Correia e estão albergados pelos termos da Lei nº 9.610 de 19/02/1998 que regula o Direito Autoral no país.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
NYDIANAS
No íntimo das sílabas (soma de falanges) consoantes e vogais se tocam se copulam e constroem o poema.
De verdade, gostei demais destes poemas mais sucintos, com versos mínimos, num formato diferente do que costuma escrever, mas igualmente brilhantes. Também gosto de fazer algumas experimentações, usando linguagens e estilos diferentes dos meus. Eu adoraria, por exemplo, fazer haicais, mas não consigo me conter em 3 versos – ainda. :) De qualquer forma, fica sempre impresso em nossos escritos, a nossa “marca”. É inevitável, não é?
Íntimo mesmo a nudez do poema toca aquela melodia arrepiante…
ResponderExcluirbeijinhos
A Nydia floresce apenas em jardins de luz...
ResponderExcluirO mais importante é que o resultado desse verbo de ligaçao, são os frutos: os maravilhosos poemas.
ResponderExcluirLindo. Parabéns!
Furtado.
Julio
ResponderExcluirDe verdade, gostei demais destes poemas mais sucintos, com versos mínimos, num formato diferente do que costuma escrever, mas igualmente brilhantes. Também gosto de fazer algumas experimentações, usando linguagens e estilos diferentes dos meus. Eu adoraria, por exemplo, fazer haicais, mas não consigo me conter em 3 versos – ainda. :) De qualquer forma, fica sempre impresso em nossos escritos, a nossa “marca”. É inevitável, não é?
beijo
Oi Júlio, vim a convite da Nydia e gostei muito... Volto com mais tempo depois. Um abraço.
ResponderExcluirNossa, Nydia!
ResponderExcluirQue beleza de poema!
Parabéns, amiga!
Beijos
Mirse